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Delírios!

    A época da marmelada abriu! Que venham os marmelos!

Deep, always deep!

Entras em mim, de uma só vez. Peço-te que o faças com força, que não pares. Obedeces. Agrada-me imenso te sentir a entrar em mim desta forma. Sinto-o totalmente enterrado. Adoro de me sentir preenchida, bem preenchida, e tu bem o sabes. Começas a tocar-me no rabo, introduzes um dedo enquanto me continuas a foder. Sensação magnífica! Afasto as nádegas, com as minhas mãos. Digo-te para não parares, que continues. Fodes-me, cada vez com mais força. Dizes que estás a gostar do que estás ver. Sinto-te mesmo muito duro. Acrescentas mais um dedo, enquanto eu vou tratando de mim à frente. Massajo o clitóris. Alterno o massajar com o deslizar dos dedos, até te alcançar e te tocar neles. Ligas o vibrador, no mínimo, acrescentas um pouco de saliva e fazes com que entre pouco a pouco no meu rabo.  As contrações surgem. Gemo. Grito.  Já não estou lá. Enfias o vibrador todo, lentamente. Impossível controlar os orgasmos. É a loucura total. O vibrador, tu dentro de mim e o ritmo imposto nos dois lados. Estou totalmente ausente. De repente, tiras o vibrador, sais de dentro de mim, para voltares a entrar e tomares o lugar dele, do vibrador. Fodes-me agora assim, com força, sem parar, até te esgotares e não conseguires mais.

Da imaginação .... à realidade

 
Olhas-me e percorres-me ... Vês as minhas curvas descritas por baixo da roupa, a forma como me sento, os movimentos que o meu corpo projeta conforme me mexo ao falar. Observas. Sorves tudo. Os olhos dizem que queres mais, muito mais. Abres a porta e deixas-me entrar à tua frente. Observas o bambolear. O fechar da porta causa-me arrepio. Fico confusa entre o desejo, que sinto cada vez mais e o enfrentar algo, que não controlo em absoluto. "És um mistério para mim" penso. Agrada-me mas assusta-me ao mesmo tempo. Viro-me para ti. Sorrio. Tu retribuis. Aproximo-me, sinto a tua respiração cada vez mais perto. Cheiro-te. Toco-te, ao de leve, nos lábios, com os meus. Deslizo a mão. Quero sentir o teu sexo. Encontro-o duro. Agrada-me que o estejas! Sem descolar  os meus lábios dos teus e em tom de provocação, acrescento, "Pareces contente por estares aqui, comigo!". Puxas-me para ti com força e apertas-me. Noto cada vez mais a tua vontade de me sentir. Percorres as tuas mãos pelas minhas mamas e tentas provar os mamilos hirtos e grandes que parecem querer sair pelo decote. Viras-me de costas para ti. Ficas bem colado a mim, sentes, na perfeição, o meu rabo a mover-se e a roçar em ti. Nele. Apertas-me, ainda mais. Afincas a tua boca no meu pescoço, beijas-me, trincas-me suavemente enquanto as tuas mãos percorrem o meu corpo, seguindo as minhas formas. Apalpas-me, apertas-me de uma forma rude e intensa como gesto do domínio que queres ter. Apertas-me tanto contra ti, que fico com pouco espaço para me mover. Começo-me a sentir presa. Algo que se por um lado me agrada por outro começa-me a deixar irrequieta. Cada vez te sinto mais. Começas a querer chegar à pele, a querer tocar na pele, a querer tocar-me no sexo. As tuas mãos deslizam levantando o vestido. Sentes as pernas, as meias, as ligas e finalmente chegas ao sexo. A tua mão insiste em me explorar. Queres senti-la, a ela. Afastas as cuecas e deslizas os dedos nela. Quero te tocar mas não consigo. Apertas-me tanto! Tens mais força do que eu. Metes-me na boca os dedos molhados. Saboreie-os. Chupo-te, os dedos. Sorrio. Apertas-me novamente e segredas-me ao ouvido: "És tão puta! És a minha puta!"

 (continua)

Nick Cave - "Jubilee street" 

Provocação ou por vocação?

Por esta posição
Pelo conforto do corpo
Por estes movimentos ... bruscos ... fortes
A mão ... o cabelo ... o puxar
Por este estado em que fico ... durante ... após ...

Só porque sim!

 "Is sex dirty? Only if it`s done right"
Woody Allen
  
Lamber-te por completo, sem deixar um único pedacinho. Todo e tudo. Hoje, quero assim. Cheirar-te. Saborear-te. Ter o teu sexo na minha boca. Os tintins. Ser obscena, muito obscena. Fazer-te vir na minha boca. Beijar-te e dar-te a provar o teu sabor.

Arde a memória ...


"Tu, daquele corpo, querias partir, querias voltar a outros corpos, ao teu corpo, voltar a ti mesmo e ao mesmo tempo é por teres de fazer isso que choras"

 Marguerite Duras

I appreciate your preference!

Provocas-me constantemente. Fazes-me desejar cada centímetro dele. Dentro de mim! Quero-o todo. Roças e tornas a roçar. Diverte-te me excitares. Deixas-me a arder, cheia de desejo dele. Roças novamente. Fazes uma ligeira pressão, mas não entras nela. "Fode-me!", peço-te. Uma e outra vez. Massajas-me, com ele, o clitóris. Não aguento esperar muito mais, mexo as ancas, subo-as ao encontro dele. Recuas. Dizes para eu ter calma, para saber esperar. Resistes e continuas, a tortura. Sinto-me a latejar! A arder! Cheia de calor. Encharcada. Escorro. Olho para ti. Suplico-te. Ordeno-te "Quero-te agora. Fode-me!"

O querer e o ter ...

O efeito do querer, muito antes de o ter. Tão bom! Do querer muito, de o desejar a toda a hora. A imaginação a trabalhar, a fluir ... livremente. Os pensamentos a chegarem. Os níveis que a imaginação atinge. Impressionante! O sorriso estampado, vindo do nada ... só de imaginar. O desejar. Por agora apetece-me só desejar e imaginar. Desejar-te e imaginar-te comigo. Imaginando-nos juntos. Mas um dia destes, deixo a imaginação de lado, vou ter contigo e faço-te vir! E mais do que uma vez!

Cheguei a duvidar ....

..... da minha capacidade para me excitar...Toquei-me uma vez ... e ... nada! ... Quando ele estava quase ...  quase a chegar ... fugia! Nada acontecia! Insisti! Uma e outra vez. Sou perseverante! ... Pensei em nós ... em ti .... a foder-me ... com força ... e .... afinal tudo permanece igual! ... Vim-me! Intensamente ... como é habitual.

O sexo e outras drogas

O meu vício de ti
Não vai passar
E não percebo porque não esmorece
Ao que parece o meu corpo
Não se esquece


 Ressaco. Todo o meu corpo pede o teu. Tem que ser o teu, não outro! Começo por sentir a falta do toque e depois do cheiro, do timbre da voz e por fim dos beijos. A ressaca apodera-se de mim. O meu corpo não me obedece. Não consigo pensar em mais nada. Só penso em foder contigo. Preciso, por demais, daquela quantidade enorme de orgasmos que me dás. Equilibra-me. Preciso de me vir até perder a conta. De ficar inebriada com eles. Sentir-me ausente, sentir-me naquele limbo, não estar lá, estando. Vicias-me, mas isso tu já sabes há muito tempo!

Suavemente, muito suavemente

Tocar ao de leve. Um dedo e depois outro. Só na ponta, para despertar. A ti e a ele. Hoje apetece-me perder a noção do tempo .... só com ele. Não me apetece ser penetrada. Quero-o a ele. Quero-o explorar. Quero explorar-te. Agora com a boca, a língua, a lubrificar, a molhar, a explorar, só na glande. Chuchar. Suavemente, muito suavemente. Apertar os lábios. Pressão. Fazer-te desejar por mais ... que lhe toque, que deslize a mão, para cima e para baixo, com vigor, com firmeza, que o envolva com a boca. Todo. Uma e outra vez. Deixar-te a desejar e ser eu a marcar o ritmo, sem pressas. Demorar-me.

A fixação ... ainda a tenho!

Paredes! Quero que pegues em mim e me encostes a uma. Fria. Quero cruzar as minhas pernas em volta da tua cintura. Sentir-te penetrar-me. Foder! Até não aguentarmos mais. Gosto da brutalidade no sexo, do quente do corpo, do frio da parede! Do contraste! Excita-me! Tanto que nem calculas! Não conseguir fugir. Sentir-me presa, entre ti, quente e ela, fria! O calor do teu corpo. Agarrar-me a ti. Puxar-te com força. Ando a precisar de te ter ... assim! Queres? Cansa! mas compensa!

(Afinal já estou com 55kg, bem mais fácil, não te parece?!)

Titillation ...

Tocas-me ao de leve e lentamente puxas-me o vestido. Deslizas uma mão por entre as minhas pernas. Não reclamo e deixo-me ir. Faço de conta que não é nada comigo e não demonstro o quanto estou a gostar. Também sei ser sacana. Lentamente vais subindo e chegas até ela. Perguntas-me pelas cuecas. Rio e digo que está calor, muito calor, "Estou com um calor incrível em sítios em que era suposto não ter". Continuas a conduzir, como se te fosse indiferente a ausência das minhas cuecas. Num tom meio autoritário dizes para eu continuar, para te mostrar, para o fazer para ti. Sorrio e pergunto-te se é isso mesmo que queres! Pouso um pé no tablier e outro perto do manípulo das mudanças. Abro-me. Masturbo-me de uma forma totalmente desinibida, oscilando entre o clitóris e a introdução de um ou dois dedos nela. Viajo. Entre gemidos, abro os olhos e vejo que algo te incomoda. Continuo pelo prazer de te provocar. Adoro te ver apertado. Levo as mãos às tuas calças. Estás enorme! Pergunto-te se falta muito para chegarmos pois preciso de te sentir a entrar. Dizes que não, acrescentas que demoramos mais pelo trânsito que apanhamos. Fico meia atónita, digo que não me lembro de trânsito algum. Com um tom de gozo respondes "Deixa lá, eles certamente lembram-se ... do trânsito ... e de ti".

Tasting!

Uma boa boca ... É o que tu és!

Cerejar

 "O vinho é, a seguir ao sexo uma das mais fascinantes experiências reservadas ao ser humano"(*)

Recebo a meio da tarde um sms teu "Vem tomar um copo de vinho comigo, ao final da tarde. Sítio do costume?" Respondo-te que sim e acrescento as saudades que te tenho. Concluo que está quase a fazer um ano desde a última vez que te vi. Quando chego, tu já lá estás.  Levantas-te para me dares dois beijos. Cheiro-te, ainda usas o mesmo perfume. Inundam-me uma série de lembranças que o teu cheiro me traz. É sempre assim! É como abrir um livro. Dizes que vais escolher o vinho por mim. Começas a dissertar sobre a razão da tua escolha .... a cor escura, o cheiro a fruta acabada de esmagar, o aroma intenso, o sabor que teima em permanecer na boca, um vinho cheio e persistente, dizes tu. Concordo, mas tudo isso me lembra o sexo. Degustar um bom vinho é como fazer sexo. Conforta-nos e preenche-nos a alma. Digo-te isto mesmo. Sorris e vais buscar lembranças nossas, quando misturamos sexo e vinho. Dizes-me que tens vontade de o voltar a beber do meu corpo. Olho-te. O fascínio que os teu olhos azuis sempre exerceram sobre mim é fantástico. São perfeitos ímanes. Engraçado isto que temos e que vamos prolongando no tempo.Sempre sedentos um do outro, como se fosse uma estreia. Perguntas-me se tenho as sextas livres. Digo-te que sim. "Combinamos para a próxima". Levanto o olhar, sorrio e digo-te: " Não! Apeteces-me já hoje. Vamos?"


(*) Comentário deixado recentemente num post bastante lá atrás, no início do Vício. Tenho uma paixão assumida por maduros tintos do Douro. O Pintas de 2001, nunca tive a oportunidade de beber, mas acredito profundamente ser uma experiência do outro mundo.

Delicatessen!

"Don`t you sometimes wish you had two cocks? I know I sure do."
                                                                                              
                                                                                               Hank Moody
                                                                                             Californication

"Tell me baby ...

... are you wet"

Dias que me sinto permanentemente molhada. A todo o momento penso em sexo. Povoas o meu pensamento. Insistentemente. Acontece-me, por vezes, estar a falar com alguém e se a conversa não interessa, lá vens tu ao pensamento. Nós. O sexo! O de ontem. O que irá ser o de hoje! Resultado, Encharcada! Sempre!

De sobremaneira ...

Imploro-te com o olhar. Escaldo. Estou quente como o fogo. Tive um dia esgotante e preciso de sexo. De foder. De te foder. Só assim me vou acalmar. Vou-me chegando para ti, lentamente. Toco-te, primeiro ao de leve. Continuas a ler, como se não fosse nada contigo. Eu insisto. Sinto-te a crescer. Intumesces. Tenho o que queria! Sorris e largas tudo. Beijo-te prolongadamente. Olho-te e subo para cima de ti. Faço-te entrar por completo, de uma única vez. Um misto de prazer com um pouco de desconforto inicial. Ajeito-me para me encaixar melhor. Agarras-me pelo rabo. Apertas-mo. Gosto. Começo a marcar o ritmo, baloiçando a anca. Aperto-te. Preciso de te foder de forma rápida. Quero me vir!

Hoje sinto-me ....

muito .... Gulosa
 e
...  quero comer .... mais do que uma dose
Posso?

Animalesco...

Durante a corte, a iguana macho bufa para cima, para se mostrar dominadora e importante, e depois ataca a fêmea com agressividade. Estando a fêmea sexualmente recetiva, responde rastejando sobre o ventre, numa posição de clara submissão. A sua passividade convida à cópula. Nas iguanas, como em muitos, outros répteis, os sinais de submissão da fêmea, a par dos gestos de domínio por parte do macho, são essenciais para o coito.

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