Entras em mim, de uma só vez. Peço-te que o faças com força, que não pares. Obedeces. Agrada-me imenso te sentir a entrar em mim desta forma. Sinto-o totalmente enterrado. Adoro de me sentir preenchida, bem preenchida, e tu bem o sabes. Começas a tocar-me no rabo, introduzes um dedo enquanto me continuas a foder. Sensação magnífica! Afasto as nádegas, com as minhas mãos. Digo-te para não parares, que continues. Fodes-me, cada vez com mais força. Dizes que estás a gostar do que estás ver. Sinto-te mesmo muito duro. Acrescentas mais um dedo, enquanto eu vou tratando de mim à frente. Massajo o clitóris. Alterno o massajar com o deslizar dos dedos, até te alcançar e te tocar neles. Ligas o vibrador, no mínimo, acrescentas um pouco de saliva e fazes com que entre pouco a pouco no meu rabo. As contrações surgem. Gemo. Grito. Já não estou lá. Enfias o vibrador todo, lentamente. Impossível controlar os orgasmos. É a loucura total. O vibrador, tu dentro de mim e o ritmo imposto nos dois lados. Estou totalmente ausente. De repente, tiras o vibrador, sais de dentro de mim, para voltares a entrar e tomares o lugar dele, do vibrador. Fodes-me agora assim, com força, sem parar, até te esgotares e não conseguires mais.
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Da imaginação .... à realidade
Olhas-me e percorres-me ... Vês as minhas curvas descritas por baixo da roupa, a forma como me sento, os movimentos que o meu corpo projeta conforme me mexo ao falar. Observas. Sorves tudo. Os olhos dizem que queres mais, muito mais. Abres a porta e deixas-me entrar à tua frente. Observas o bambolear. O fechar da porta causa-me arrepio. Fico confusa entre o desejo, que sinto cada vez mais e o enfrentar algo, que não controlo em absoluto. "És um mistério para mim" penso. Agrada-me mas assusta-me ao mesmo tempo. Viro-me para ti. Sorrio. Tu retribuis. Aproximo-me, sinto a tua respiração cada vez mais perto. Cheiro-te. Toco-te, ao de leve, nos lábios, com os meus. Deslizo a mão. Quero sentir o teu sexo. Encontro-o duro. Agrada-me que o estejas! Sem descolar os meus lábios dos teus e em tom de provocação, acrescento, "Pareces contente por estares aqui, comigo!". Puxas-me para ti com força e apertas-me. Noto cada vez mais a tua vontade de me sentir. Percorres as tuas mãos pelas minhas mamas e tentas provar os mamilos hirtos e grandes que parecem querer sair pelo decote. Viras-me de costas para ti. Ficas bem colado a mim, sentes, na perfeição, o meu rabo a mover-se e a roçar em ti. Nele. Apertas-me, ainda mais. Afincas a tua boca no meu pescoço, beijas-me, trincas-me suavemente enquanto as tuas mãos percorrem o meu corpo, seguindo as minhas formas. Apalpas-me, apertas-me de uma forma rude e intensa como gesto do domínio que queres ter. Apertas-me tanto contra ti, que fico com pouco espaço para me mover. Começo-me a sentir presa. Algo que se por um lado me agrada por outro começa-me a deixar irrequieta. Cada vez te sinto mais. Começas a querer chegar à pele, a querer tocar na pele, a querer tocar-me no sexo. As tuas mãos deslizam levantando o vestido. Sentes as pernas, as meias, as ligas e finalmente chegas ao sexo. A tua mão insiste em me explorar. Queres senti-la, a ela. Afastas as cuecas e deslizas os dedos nela. Quero te tocar mas não consigo. Apertas-me tanto! Tens mais força do que eu. Metes-me na boca os dedos molhados. Saboreie-os. Chupo-te, os dedos. Sorrio. Apertas-me novamente e segredas-me ao ouvido: "És tão puta! És a minha puta!"
(continua)Nick Cave - "Jubilee street"




