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Apeteceu-me e telefonei-lhe


Telefonei-lhe a perguntar se estava livre, ao que ela respondeu imediatamente que sim e fui ter com ela.
Cheguei, ela abriu-me a porta e sem qualquer palavra pegou-me na mão e levou-me para o quarto.
O cheiro do incenso a queimar e o ambiente escuro apenas iluminado pela luz ténue das velas acesas criavam um ambiente perfeito para o nosso encontro.
Ela pediu que eu me despisse e disse-me que voltaria de seguida, saindo do quarto e fechando a porta atras dela.
Eu nunca gostei muito de me despir sozinho, mas acedi ao pedido e despi-me ficando deitado em cima da cama a espera que ela voltasse. Não tardou ate que ela voltasse. Vinha de saltos altos pretos, meias e cinto de ligas, sem cuecas, usando uma mini saia de cetim preta e um soutien rendado que lhe favorecia o peito.
Sorriu para mim, e sem palavras, virou-se para o espelho enorme que tem na parede do quarto, debruçando-se sobre ele de braços e pernas abertas, numa posição em que o rabo ficou empinado para mim e me deixou ainda com mais vontade de a possuir.
Levantei-me e aproximei-me dela. O nosso reflexo no espelho dava-nos toda a envolvencia que precisávamos para deixarmos apenas o desejo falar por nós.
Sem qualquer aviso, entrei dentro dela. O meu pau rijo entrou dentro daquele sexo quente e já tão húmido num encaixe perfeito, sem ser preciso indicar o caminho, deslizando perfeitamente ate me sentir bem fundo dentro dela.
Ela soltou um gemido bem alto, trincou os lábios, fechou os olhos.
Com as minhas mãos percorri as costas dela, bem devagar, tão devagar como o ritmo que estava a ter a entrar e sair de dentro dela, milímetro e milímetro estava-nos a dar um gozo brutal sentirmos-nos assim bem devagar.
A visão daquele corpo arqueado a minha frente, aquele rabo empinado onde eu via o meu pau entrar e desaparecer conforme eu a preenchia totalmente, o odor da nossa luxuria que eu sentia a escorrer pelas nossas pernas, faziam daquele o cenário perfeito para qualquer filme de Fellini.
Virei-a para mim, peguei-a pela cintura fina e levantando-a no ar encaixei-a em mim, posicionando-nos de lado para o espelho para ambos podermos saborear o nosso reflexo perfeito.
De unhas cravadas nos meus ombros ela deixou-se cair para trás, envolvendo as pernas a volta da minha cintura o que permitia uma penetração ainda mais profunda.
Os nossos gemidos fundiam-se num só, intensos, profundos, cúmplices, acompanhados pela nossa respiração ofegante como se cada inspiração fosse a ultima.
As minhas mãos cravadas na carne dura do rabo dela empurravam o corpo de encontro ao meu pau de cada vez que eu entrava bem fundo e bem devagar inundando-a com o meu desejo.
Senti aquele orgasmo como se fosse um ultimo rasgo de vida, o sexo dela a contrair-se, com uma forca esmagadora, os espasmos que se espalhavam pelo corpo fora, os dentes trincando os lábios carnudos, as unhas que com cada vez mais força se cravavam na minha pele, os gemidos transformados agora em gritos intensos.
Deleitada mas não vencida ela pediu-me que a pousa-se no chão dizendo que era agora a vez de ela me retribuir.
Ajoelhou-se a minha frente e sem aviso abocanhou-me o pau de uma só vez. Enfiou-o na boca e começou a chupa-lo e engoli-lo totalmente como se fosse para ela o maior prazer do mundo.
A visão daquela boca a engolir-me, os olhos delas colados aos meus, o sabor daquela boca quente e húmida faziam não querer que aquele momento terminasse, queria sentir aquela sensação sempre, continuamente.
As mãos dela ao mesmo tempo que me chupava, tocavam nos sítios onde ela sabia encontrar todo o prazer dela.
Os meus gemidos preenchiam o ar, e o ritmo da minha respiração anunciava o prazer que eu estava prestes a ter.
Apercebendo-se disso, ela de mãos abertas agarrou-me o rabo cravando as unhas na minha carne, e aumentou o ritmo chupando e sugando cada vê mais depressa e fundo o meu pau.
Num abrir e fechar de olhos e sem conseguir ou querer aguentar, peguei-lhe na cabeça acompanhando o nosso ritmo e vim-me dentro daquela boca deliciosa.
O prazer de olhar para ela ali de joelhos a minha frente com a boca coberta pelo meu leite era divino.
Peguei nela, abracei-a com força e deliciei-me a beija-la sentido também o meu sabor no nosso beijo.
O que veio a seguir.. Fica para contar noutro dia..
 
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